Vai estudar para a prova e não sabe por onde começar? Que tal facilitar sua vida com um resumo das suas aulas na faculdade de Direito?

Se você estiver pensando “já tentei fazer um resumo, mas não ficou tão bom assim” ou “não sei fazer resumos”, saiba que você não é o único. Muitos estudantes têm essa mesma dificuldade, e foi pensando neles — e em você — que nós decidimos produzir este conteúdo.

Resumos são uma ferramenta muito importante para fixar seu conhecimento sobre a matéria e, claro, tirar boas notas em provas. E para fazer um bom resumo, não tem segredo. O que têm são boas práticas e as dicas que nós separamos abaixo. Continue lendo e aprenda a fazer o resumo perfeito das suas aulas.

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Por que fazer resumos?

Antes de qualquer coisa, é preciso ter ciência de que fazer um resumo não é só uma atividade acadêmica. Essa prática é um exercício cerebral que irá ajudar a desenvolver, inclusive, a habilidade de reunir num só lugar todo o conteúdo de uma disciplina e destacar o que há de mais importante nele.

Há três vantagens que chamam a atenção na produção de resumos. Veja:

  1. Mesmo que indiretamente, fazer resumos ajuda a criar uma rotina de estudos;
  2. Funciona como treino e melhora a organização como um todo — não só nos estudos, mas também no trabalho e em outras atividades do dia a dia que exijam esforços;
  3. Quanto mais resumos fizer, mais rápido você consegue chegar às respostas da prova.

Abaixo, colocamos um passo a passo para te ajudar a fazer um resumo de dar orgulho. Confira!

Como fazer um bom resumo? Veja o passo a passo

1. Faça uma lista de tudo o que vai cair na prova

Saber tudo o que será avaliado na prova é essencial para fazer um bom resumo. Então comece por este ponto. Lembre-se: se o resumo nada mais é do que a síntese de um conteúdo mais extenso, então primeiro você precisa saber quais aspectos poderão ser cobrados pelo professor.

Para isso, use como base a doutrina e outros materiais indicados em sala de aula. Muito provavelmente seu professor se baseará neles para elaborar as questões da avaliação.

2. Use e abuse do marca-texto

Para não se perder no raciocínio, grife as palavras-chave ou as frases mais relevantes dentro do contexto, principalmente aquelas que ajudem na compreensão do conteúdo como um todo. Sabemos que todo o texto é importante e que às vezes dá vontade de grifar tudo, mas procure destacar somente o necessário — se não é esforço despendido à toa.

Mas também tome cuidado para não sair grifando palavras aleatórias, pois isso pode atrapalhar ainda mais na hora de fazer o resumo. Então, como grifar do jeito certo?

Sublinhe as partes fundamentais, que devem ser justamente os conceitos mais relevantes e que ajudam a compreender a ideia principal do texto. Vale também destacar termos técnicos e específicos do tema que está sendo estudado, além de qualquer outra informação que você considerar importante e que ajude a entender a matéria como um todo.

Durante a leitura, faça uma anotação ao lado do parágrafo e, em poucas palavras, resuma o que o trecho aborda. Isso ajuda — e muito — na hora de estruturar e escrever seu resumo.

 

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3. Após a leitura, faça o esqueleto do seu resumo

E por falar em estrutura, é hora de montar o esqueleto do seu resumo. Isso pode ser feito no papel (à mão) ou no computador — é você quem manda. Mas quais são as vantagens de cada um deles?

No papel, apesar de demorar mais, você exercita habilidades do corpo, como locomoção motora e concentração, além de facilitar a memorização do que está sendo escrito. Porém, se você optar por fazer o resumo no computador, o resultado sai mais rápido e, no documento, existe a possibilidade de mudar, diminuir ou acrescentar novas informações sem prejudicar a estética e nem a organização do conteúdo.

Como fazer esse esqueleto?

Comece com o título da disciplina (por exemplo “Obrigação de fazer”) e, dele, extraia perguntas. Exemplos:

  • O que é?
  • Qual a sua natureza jurídica?
  • Quais são os elementos que o compõem?
  • Como funciona na prática?
  • Quais são os exemplos e casos práticos em que ele ocorre?
  • O que pode descaracterizá-lo?

Fique à vontade para acrescentar outras perguntas que julgar convenientes para ajudar na absorção da matéria.

Tem número mínimo de páginas?

Não! O tamanho de resumos varia de acordo com a extensão do conteúdo da disciplina e, claro, do jeito que cada aluno escreve. Também não existe uma regra: resumos bons são aqueles que, de fato, sintetizam bem os principais pontos da matéria em questão. Se isso for feito em três ou vinte páginas, o que importa é que o conteúdo do resumo não esteja incompleto.

4. Mãos à massa! É hora de escrever o resumo

Depois de separar tudo o que vai cair na prova, selecionar os textos e doutrinas indicadas pelos seus professores, grifar o que é mais importante e fazer suas anotações, é hora de responder às principais perguntas que ajudam a entender uma matéria.

Mas atenção: não adianta simplesmente copiar o que está no texto. Procure escrever com suas próprias palavras e com base no que você entendeu. E se mesmo assim você considerar que o seu resumo está incompleto, busque informações complementares em outras fontes confiáveis para incrementar o conteúdo do seu resumo.

Dica: separe os tópicos por cores!

Você sabia que a memória visual é mais eficiente do que a auditiva? Use isso a seu favor na hora de fazer o resumo e separe os principais tópicos por cores. Se quiser, pode também agrupar tópicos semelhantes com a mesma escala de cores para facilitar a organização e os estudos.

5. Por fim, releia o que escreveu

Depois de ter passado por todos os passos anteriores, não esqueça de ler o resumo inteiro.

E aqui vale uma dica: quando estiver fazendo essa leitura, coloque-se no lugar de uma pessoa que vai usar seu resumo como base para estudar. Faça a si mesmo as seguintes perguntas: “o resumo que eu escrevi seria útil para outra pessoa? Se alguém fosse usar meu resumo para estudar, tiraria uma boa nota na prova?”.

Se a resposta for sim, parabéns! Você conseguiu captar o principal de cada tópico e certamente está bem mais preparado para responder às perguntas da prova. Se não, não se preocupe: marque os pontos que ficaram confusos ou pouco elucidativos e procure entendê-los melhor para colocar no resumo.