Esquematizados são para graduandos ou concurseiros?

Esquematizados são para graduandos ou concurseiros?

Os livros esquematizados podem ser uma boa alternativa não só para quem possui muita matéria para estudar, mas também para os que desejam utilizá-los de forma complementar ao estudo de livros didáticos “grossos”, que possuem todos os pormenores além da essência do conteúdo.

No entanto, será que eles são uma boa opção para concurseiros? Ou é melhor só graduandos os utilizarem?

Como os mapas mentais ajudam nos estudos?

Por mais que o ser humano queira, não é possível saber de tudo. Isso acontece pois o cérebro não consegue reter toda a informação ao qual ele é submetido dia após dia. Nesse sentido, ao ler um livro, entendemos e absorvemos a linha central da história, deixando de lado detalhes não tão significantes para o entendimento da obra. Ou seja, selecionamos, inconscientemente, a informação a ser retida.

Nos estudos, acontece a mesma coisa. Ainda mais quando a matéria a ser estudada é extensa, dificilmente alguém conseguirá reter todo o conteúdo. No entanto, assim como no caso da história do livro citado acima, é possível entender a matéria, de forma geral e detalhada até certo ponto, sem necessariamente absorver todos os seus pormenores.

É exatamente nessa linha de raciocínio que os mapas mentais se encaixam! Com o uso de poucas palavras, objetividade e cores, eles ajudam o estudante a fixar os pontos mais importantes da matéria. Dessa forma, é possível entender todo o conteúdo – a partir da fixação, primeiramente, do essencial. Ao revisar um mapa mental, a tendência é que o aluno, ao ler as palavras nele contidas, se recorde de outras informações mais detalhistas, complementares à matéria estudada.

Como produzir um bom mapa mental

Produzir um bom mapa mental é, sim, importante para tornar o seu estudo e a fixação do conteúdo mais eficiente, e há certos “modelos” que servem como uma boa base para que todo mundo consiga confeccionar o seu próprio. É importantíssimo ressaltar uma questão: a prioridade é adequar o estudo às próprias exigências.

Ou seja, seguir regras, nesse caso, não é válido caso um determinado modelo não seja eficiente para você. É necessário encontrar um método próprio que ajude a fixar o conteúdo. Assim, o estudo será muito mais eficiente do que seguir a recomendação de um “expert”. Tendo isso em vista, vale a pena prestar atenção a algumas dicas.

Dois fatores que são premissas é a necessidade de ser fácil desenhá-los e, consequentemente, revisar os mapas mentais. Eles devem ser mais rápidos de confeccionar do que estudos escritos de forma corrida. Além disso, ressalta-se que seja utilizado o menor número de palavras possível – sempre pensando no entendimento total da matéria -, e, principalmente, que os espaços em branco sejam trabalhados de maneira eficaz.

Graduandos e concurseiros: quais as demandas do estudo?

A vida de estudos de um graduando e de um concurseiro são bem diferentes entre si. Enquanto um está estudando de acordo com a linha cronológica sugerida pela faculdade, o outro praticamente gere os próprios estudos, tendo que dar conta de um extenso leque de conteúdo ao longo de um período de tempo imprevisível – dependendo esse, unicamente, da organização do concurseiro.

No entanto, os livros esquematizados, que se utilizam bastante de mapas mentais, podem servir para essas duas categorias de estudante. As diferenças na dinâmica de estudo não anulam a utilidade de obras desse tipo. Durante o curso da graduação, o aluno pode utilizá-los para complementar o estudo de, por exemplo, uma doutrina – no caso de estudantes de direito.

Prezando pela objetividade e um formato de fácil entendimento por parte de quem o lê, os livros esquematizados podem ser um forte aliado para os concurseiros. Tendo que estudar uma matéria muito mais extensa, que engloba os anos de graduação e até outros assuntos de fora, ter a mão um material de rápida consulta é recomendado.

Leia mais: Coleção Esquematizado: tudo sobre a metodologia que facilita seus estudos

Quais livros esquematizados são indicados para estudar?

Pensando no âmbito do Direito, as obras da coleção Esquematizado prezam pelo fácil entendimento de um determinado assunto, sendo, então, uma boa fonte de consulta e, principalmente, estudo. O formato, nesse caso, é o principal foco, pensando na facilidade que isso irá propiciar ao aluno.

Elas estão sempre sendo atualizadas, tendo uma nova edição lançada a cada ano. O conteúdo é produzido por profissionais renomados, tanto da área acadêmica quanto do setor forense. Dessa forma, a coleção é a união de um formato ideal para a rápida consulta e fácil entendimento dos pontos essenciais de um determinado assunto ao conteúdo atualizado e de qualidade.

Conheça as 4 principais vantagens dos Esquematizados

Conheça as 4 principais vantagens dos Esquematizados

Para quem possui muita matéria para estudar, os livros esquematizados acabam sendo ótimas opções, a fim de absorver o conteúdo necessário para realizar uma boa prova ou atividade em sala, por exemplo. Geralmente, tais obras focam no essencial, de modo a apresentar as informações em um formato que prioriza o entendimento e a objetividade.

Não se convenceu de que os livros esquematizados podem ser uma boa ideia? Continue lendo para ver algumas vantagens desse formato!

Os mapas mentais ajudam muito na fixação da matéria

Estudar apenas lendo, por mais que seja a forma mais comum entre os estudantes do ensino superior, não costuma ser a mais eficiente para absorver todo o conteúdo. A leitura cansa a vista, e, em algum momento durante o estudo, o cérebro não assimilará todas as informações como outrora. Nesse sentido, buscar métodos que não pesem ou cansem muito a mente é necessário.

Os mapas mentais, então, se mostram uma boa opção para quem deseja fixar o conteúdo de uma forma mais eficiente. Nesse caso, a leitura ainda é essencial, visto que são os livros os principais fornecedores de informações aos estudantes. No entanto, o propósito do mapa mental é, de certa forma, “resumir” o conteúdo em poucos termos interligados por setas – que, juntas, formam um mapa.

É como se todas as informações estivessem contidas nessas poucas palavras. Ao revisar o mapa mental construído acerca de uma determinada matéria, a tendência é que o aluno se recorde do seu conteúdo conforme analisa o mapa. Durante a sua construção, o estudante exercita o cérebro para realizar a seleção e consequente organização das palavras – algo que contribui, e muito, para a fixação do conteúdo.

Assim, além de entender toda a matéria e se sentir bem preparado para alguma prova ou concurso, ele ainda confecciona um ótimo material para revisão posterior.

Esquemas e mapas mentais são mais práticos e fáceis de serem revisados

Escrever, de forma geral, ajuda a fixar o conteúdo, por mais extenso que ele seja. Nesse sentido, há quem prefira confeccionar resumos das matérias, escritos em prosa e com o uso de poucas cores. É inegável que nesse método há, sim, alguma eficiência – pensando nos estudos -, no entanto, há alguns fatores que podem ser questionados.

Em termos de praticidade, os resumos pouco se destacam. Em uma eventual revisão da matéria, na noite anterior ou logo antes da prova, ler mais uma vez um extenso resumo pode ser cansativo. Nesse sentido, os mapas mentais são uma opção com mais potencial para relembrar o estudante da matéria toda, visto a facilidade de serem revisados.

Ressalta-se, no entanto, que resumos e esquemas discorridos são, sim, uma boa opção para os estudos. Aliando-os aos mapas mentais, a tendência é que os resultados nas provas sejam bem melhores do que estudar apenas lendo o livro ou confeccionando resumos sem cores e cansativos de ler.

Leia mais: Conheça as matérias do 1º ano da faculdade de Direito

Poucas palavras e muito mais entendimento do conteúdo

Livros didáticos “grossos”, como as doutrinas do Direito, são, de fato, bem completos em relação ao conteúdo sobre um determinado assunto. Nesse sentido, a eficiência do seu estudo pode ser baixa. Mesmo compenetrado e dedicado, dificilmente o aluno retém tamanha quantidade de informação – selecionando, de forma inconsciente, apenas parte do conteúdo para ser fixado.

Em determinadas situações, por exemplo uma prova da faculdade, é recomendado que a doutrina – no caso do âmbito jurídico -, seja, sim, estudada, mas, posteriormente, complementada com um novo estudo da matéria baseado em esquemas, de modo a ser facilmente absorvida pelo aluno. As poucas palavras podem levar a um entendimento melhor do conteúdo.

Esquematizado: a coleção facilita os seus estudos!

Pensando em todas as vantagens de livros esquematizados relatadas acima, para os estudantes de Direito, a coleção Esquematizado é composta por obras que prometem facilitar os estudos. Tendo toda a matéria essencial de diferentes áreas do Direito, seu conteúdo é subdividido em vários tópicos, sendo complementado com mapas mentais e outros elementos visuais que contribuem para o aprendizado do aluno.

Um fator de destaque da coleção é a escaneabilidade que o formato utilizado propicia para a matéria a ser estudada. Nesse sentido, a forma como os assuntos e temas relacionados ao Direito são apresentados importa – e muito. Ressalta-se, no entanto, que o conteúdo é totalmente contemplativo, contendo todas as informações necessárias para o pleno entendimento do assunto em questão.

Sinopses Jurídicas X Coleção Esquematizado: conheça as principais diferenças

Sinopses Jurídicas X Coleção Esquematizado: conheça as principais diferenças

Você já conhece as coleções Esquematizado e Sinopses Jurídicas? Elas são compostas por obras que, com certeza, podem ajudar a estudar as diferentes áreas do Direito. Continue lendo abaixo para entender melhor do que se tratam essas coleções e qual é mais indicada para o momento dos estudos!

Sinopses Jurídicas: conteúdo aliado à praticidade

Concisa e objetiva. Podemos dizer que essas duas são as principais características da coleção Sinopses Jurídicas, que busca contemplar o conteúdo essencial de diversos ramos do Direito de forma prática e rápida. Cada um de seus 35 volumes fora escrito por um ou mais profissionais renomados em suas respectivas áreas de atuação.

Sem dúvidas, qualquer área de conhecimento dentro do âmbito jurídico possui um certa complexidade e riqueza em detalhes de modo que, para o aluno ou concurseiro, é necessário estudar extensamente o conteúdo em doutrinas e livros para entendê-lo completamente. Tendo em vista isso, as Sinopses possuem o propósito de resumirem toda a matéria de forma que a parte mais importante é apresentada ao aluno clara e objetivamente.

Há de ressaltar, no entanto, que a intenção não é substituir os livros didáticos mais completos pelas Sinopses. O ideal e recomendado, nesse caso, é que o aluno aproveite a concisão da coleção para utilizá-la com fins de revisão – para provas acadêmicas ou concursos -, ou mesmo de introdução ao assunto.

Leia mais: Sinopses Jurídicas: conheça os 35 volumes da coleção

Esquematizado: facilitando os seus estudos

A coleção Esquematizado, assim como as Sinopses Jurídicas, tem como um de seus principais propósitos facilitar o estudo de determinadas áreas do Direito. Como o próprio nome sugere, ela traz o conteúdo jurídico em um formato esquematizado, priorizando a escaneabilidade da matéria e absorção do conhecimento por parte do aluno ou profissional.

Ao contrário das doutrinas, um livro Esquematizado foca no principal de cada parte do assunto estudado, utilizando palavras-chave e subdividindo os temas em vários tópicos para separar ainda mais o conteúdo. Quando lançado, tal coleção revolucionou o setor de livros didáticos jurídicos, visto que nada igual fora lançado anteriormente. Foi a primeira coleção a prezar por uma linguagem simples e um formato claro e objetivo.

Além da divisão em vários tópicos, há uma extensa utilização de mapas mentais e gráficos ao longo das obras. O mapa mental é um recurso muito utilizado para revisão, e visa facilitar o entendimento da relação entre os tópicos da matéria por parte do aluno. Tendo sempre o seu conteúdo atualizado, com edições anuais, os Esquematizados são fiéis companheiros dos estudantes não só acadêmicos, como de concursos também.

Leia mais: Coleção Esquematizado: tudo sobre a metodologia que facilita seus estudos

Quais as principais diferenças entre as duas coleções?

Como pudemos perceber acima, tanto a coleção Esquematizado quanto as Sinopses Jurídicas prezam por uma linguagem simples e um formato objetivo que priorize o entendimento da matéria por parte do estudante. Ou seja, são obras com um enfoque maior na forma com que o conteúdo é passado – sem, obviamente, descuidar para que ele não seja contemplado ao menos em seus principais tópicos.

No entanto, não podemos dizer, por exemplo, que estudar por um volume das Sinopses Jurídicas ou por um Esquematizado trará o mesmo resultado ao aluno. Por mais que o assunto abordado possa ser o mesmo, a seleção de informações e o formato tornam a experiência totalmente diferente. As Sinopses, por exemplo, mal possuem elementos visuais, enquanto esse é um dos fortes dos Esquematizados.

A segunda coleção citada acima, inclusive, possui um conteúdo muito maior. Sabe-se disso ao colocar, lado a lado, um volume de cada uma das coleções. Os Esquematizados são grandes, quase do tamanho de uma doutrina, enquanto as Sinopses são pequenas, em tamanho e páginas, semelhante a um livro comum.

Podemos resumir as diferenças entre as duas coleções de forma bem simples: enquanto os Esquematizados possuem uma linguagem objetiva e a matéria resumida e, de fato, esquematizada, as Sinopses são ainda mais resumidas e objetivas, focando apenas no essencial de cada assunto.

Quando cada uma delas é mais indicada para estudar?

Mesmo possuindo propósitos e formatos diferentes, ressalta-se que tanto os Esquematizados quanto as Sinopses Jurídicas são indicadas para estudar. No entanto, para utilizá-las da melhor forma, visando o aprendizado da matéria, recomenda-se que sejam adotadas em momentos diferentes do estudo.

Os Esquematizados, por serem mais completos e possuírem mapas mentais e outros elementos visando a compreensão total do conteúdo, pode ser uma boa escolha para o estudo “grosso”, mais extenso e aprofundado. A partir do momento em que o aluno já entendeu toda a matéria da prova, as Sinopses são ótimas para revisar os pontos principais, que, normalmente, são os mais cobrados não só no âmbito acadêmico, mas em concursos também.

 

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Como estudar por Sinopses Jurídicas? Veja 5 dicas essenciais

Como estudar por Sinopses Jurídicas? Veja 5 dicas essenciais

Os professores das faculdades de Direito falam muito sobre doutrinas – fontes do Direito desenvolvidas por juristas – com a finalidade de compreender as matérias relativas ao nosso ordenamento jurídico, como normas e institutos. Além de serem consideradas essenciais ao estudo – do aluno ou operador do direito – e servirem de fundamentos para as decisões processuais, as doutrinas podem estar escritas em diferentes formatos: coleção, curso, manual ou sinopse. Espere. Você já ouviu falar de sinopse jurídica?

Sinopse nada mais é do que um tipo de resumo, uma síntese de determinada obra, que tem como função situar o leitor sobre os pontos principais dela. Elas podem ser lidas antes ou depois da obra principal, ou seja, podem ser uma espécie de isca ou de complemento da leitura mais densa. Importante lembrar que as Sinopses sempre são escritas pelo autor, diferente do resumo, escrito pelo leitor.

5 dicas para estudar por uma Sinopse Jurídica

As Sinopses são ótimas para o estudo, principalmente se forem utilizadas como materiais complementares. É só pensar em um filme que acabou de ser estreado: você lê a sinopse para avaliar se aquele conteúdo lhe interessa a ponto de assisti-lo inteiro durante algumas horas.

As Sinopses Jurídicas não são tão diferentes. Imagine que a doutrina é o filme. Nesse caso, a sinopse é um resumo da doutrina, que contém todos os assuntos principais que serão cobrados na prova, mas nunca poderão substituir o filme completo que, no caso são as doutrinas.

As Sinopses Jurídicas podem ser suas maiores aliadas quando a rotina de estudos é organizada com antecedência. Preste atenção nas dicas de como não se perder nos estudos e estudar pela sinopse:

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1. Estude com antecedência

É sempre bom se programar alguns dias antes para estudar as disciplinas que serão cobradas na prova. Se prepare com a leitura da melhor doutrina e faça um resumo completo. Dedique um tempo só para isso. Depois, faça uma revisão com a sinopse para fixar os aprendizados. Nelas, há todos os elementos principais de cada disciplina que vão te ajudar nesse exercício de recordação. Leia, grife e anote!

2. Tenha a sinopse ao lado da doutrina

Como falamos acima, a sinopse é uma espécie de resumo feita pelo autor, ou seja, não vai substituir todo o conteúdo que você tem que saber para a prova. Doutrinas são materiais ricos e necessários para o estudo do Direito. Além de proporcionar os conceitos completos, nas obras doutrinárias há muitos exemplos, diálogos com outros juristas, comparações com a atualidade, hipóteses de aplicação de uma lei, etc. A sinopse, além de servir como revisão da doutrina, é essencial para enriquecer os resumos.

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3. Torne seus resumos mais ricos

Resumos são caminhos para fixar o conteúdo estudado e criar um material próprio para a revisão da disciplina. Que tal, após fazer um resumo da doutrina, completar com os temas importantes da sinopse ou vice versa? Assim, fica mais fácil fazer um check list dos tópicos colocados no resumo e garantir a nota 10 na prova.

4. Preste atenção nas palavras destacadas em colorido e em itálico

As Sinopses são feitas para te ajudar ao máximo nos estudos, em todos os sentidos. Em uma leitura de doutrina, é comum usar marca textos para selecionar palavras-chave e frases importantes da obra. A sinopse faz isso por você. Vários termos já são colocados em evidência para cumprir a função de proporcionar um estudo rápido e objetivo.

“Já que as palavras já estão grifadas, o que posso fazer para fixar ainda mais o conteúdo a sinopse?” Anote em folha separada o que significa cada um desses termos. Faça um breve resumo de cada uma delas.

5. Não estudei, e agora? A Coleção Sinopses Jurídicas poderá me salvar?

Depende! Três fatores são muito importantes:

  1. o tempo;
  2. a densidade do conteúdo e;
  3. a sua segurança em relação aos próprios estudos.

Se faltarem menos de 2 horas para a prova, a sinopse pode ser a solução para você adquirir uma visão panorâmica do conteúdo. Como a linguagem desses livros é objetiva – ou seja, sem digressões e diversos exemplos – e de fácil entendimento, a leitura será rápida e eficaz.

Caso a disciplina exija o estudo de vários tópicos e o tempo seja curto, recomendamos também o uso da sinopse para você absorver o máximo de conceitos possíveis. Por fim, o mais importante é você se sentir seguro com a leitura da sinopse. Dica: nesse pouco tempo que falta para a prova, vá para algum lugar silencioso, separe o marca texto, deixe as redes sociais um pouco de lado e se concentre na leitura!

Vade Mecum OAB: específico para candidatos ao Exame da Ordem

Vade Mecum OAB: específico para candidatos ao Exame da Ordem

No âmbito jurídico, o Vade Mecum é o livro de referência para qualquer atividade que esteja relacionada a alguma lei. Nele, encontra-se a legislação de diversos ramos do Direito, sem comentários, interpretações ou observações – ou seja, como ela é, de fato. Dessa forma, classifica-se o Vade Mecum como uma referência devido ao seu conteúdo ser a legislação seca.

O termo “Vade Mecum”, inclusive, tem origem no latim, e significa “vem comigo” ou “vamos juntos”, dependendo da interpretação. Nesse sentido, o significado se relaciona totalmente à sua utilidade. Desde estudantes de Direito até profissionais com anos de experiência utilizam o Vade Mecum no dia a dia.

A obra é tão essencial que há versões com o enfoque em determinadas situações, por exemplo, a prova da OAB, necessária para todo estudante de Direito formado poder atuar como advogado. Pensando nisso, é válido perguntar: você sabe como o Vade Mecum OAB pode lhe ser útil? Continue lendo e saiba tudo sobre ele!

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Qual a finalidade desse Vade Mecum?

Como dito anteriormente, para atuar como advogado em território nacional, todo cidadão formado em Direito precisar ser aprovado no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Sem a carteirinha da instituição, não é permitido advogar, não importando em qual faculdade a pessoa cursou ou algo do tipo. Em suma: é preciso passar na prova.

Buscando auxiliar os estudantes do penúltimo e último ano da faculdade ou mesmo os formados que ainda não passaram no exame da ordem, o Vade Mecum OAB possui todo o seu conteúdo focado na segunda fase da prova. Ou seja, a obra é voltada, totalmente, para estudar e prestar o exame da OAB, não possuindo o mesmo contingente de legislações que a versão tradicional do Vade Mecum.

Qual a diferença entre o Vade Mecum Tradicional e o OAB?

Para estudar para as provas e atividades da faculdade de Direito, além de necessidades do trabalho ao longo do período de atuação como advogado, é indicado que a pessoa tenha um Vade Mecum Tradicional a mão. Assim, é possível consultar qualquer legislação durante o período de atividades. Com o Vade Mecum OAB, no entanto, isso não necessariamente consegue ser feito.

Tendo um material totalmente focado no exame da ordem, a obra não possui o mesmo conteúdo da versão tradicional – sendo, nesse caso, menor. Estão fora do Vade Mecum OAB os estatutos do índio e dos militares, além da legislação complementar das áreas empresarial e militar. Além disso, no caso da obra publicada pela Saraiva Jur, os conteúdos adicionais on-line também são totalmente focados na segunda fase da OAB, sem contemplar outras questões que são abordadas durante o curso de Direito.

A segunda fase não é um bicho de sete cabeças!

Diferentemente do que pode se pensar, a segunda fase do exame da ordem não é como um bicho de sete cabeças! Sendo denominada como prova prático-profissional, ela é aplicada aos aprovados na prova objetiva da primeira fase, e é composta por duas partes: quatro questões dissertativas e a redação de uma peça profissional privativa de advogados.

O tema da prova, inclusive, é de acordo com a escolha do candidato dentre sete áreas do Direito disponibilizadas pela ordem: administrativo, tributário, civil, empresarial, penal, trabalhista e constitucional. Ou seja, nessa fase é necessário que o estudante se dedique muito aos estudos da área optada na inscrição para o exame. Tendo feito isso, somado ao auxílio do Vade Mecum OAB no dia da prova, a segunda fase certamente não aparentará ser tão difícil de se realizar.

“Como o Vade Mecum OAB pode me ajudar a ir bem na prova?”

Como visto acima, com dedicação e o material certo, a segunda fase da OAB não será tão difícil quanto parece. No entanto, é fato que ela demanda bastante estudo por parte do candidato. Nesse sentido, ter um Vade Mecum com o conteúdo físico e digital – caso haja – focado totalmente no exame da ordem poderá tornar mais eficiente a preparação do estudante.

Recursos com um mapa da Legislação para a segunda fase podem ser fundamentais para se sair bem no exame. No entanto, tais atributos só estão presentes em um Vade Mecum focado na prova da OAB. O tradicional, por mais que contenha a legislação necessária, não focará o seu conteúdo adicional nas prioridades de quem se inscreveu no exame.