Coleção Esquematizado: 4 esquematizados que entrantes devem ter na prateleira

Coleção Esquematizado: 4 esquematizados que entrantes devem ter na prateleira

A Coleção Esquematizado, sob coordenação do notório jurista Pedro Lenza, conta com diversas obras, cada uma destinada aos ensinamentos de uma disciplina, reduzida a seus traços essenciais. A ideia é proporcionar uma metodologia ágil, a fim de tornar mais fácil todo o processo de aprendizado. Sendo assim, as disciplinas são compiladas em um só volume e possuem autoria própria de importantes operadores do direito.

Os volumes não foram feitos apenas pensando na pessoa prestes a se formar, que deseja passar em concurso ou na prova da OAB. Qualquer um pode aderir à leitura de qualquer unidade da Coleção Esquematizado, até mesmo quem acabou de entrar na faculdade pode adquirir essas obras como guias de estudos na semana de provas.

Pensando nesse público que acabou de ingressar na faculdade, fizemos uma lista dos 4 principais esquematizados que todo entrante deve ter na prateleira. As obras são atualizadas anualmente, de acordo com as mudanças legislativas e os novos julgados de tribunais superiores.

1- Direito Civil Esquematizado, Volume I, de Carlos Roberto Gonçalves

Direito Civil provavelmente será a disciplina que vai acompanhar você do começo ao fim do curso, pois representa o mais importante ramo do direito privado, composto pelo maior código que temos no Brasil.

Nessa coleção, não há uma obra para todo o Direito Civil, pois o objetivo é esquematizar todo o conhecimento de modo que o livro continue completo. Por isso, as obras são divididas em 3 volumes. Para o entrante, o primeiro volume introduz a matéria da melhor forma.

Carlos Roberto Gonçalves, além de ser conhecido pela sua notoriedade no mundo jurídico, também é admirado pelos estudantes pela linguagem clara e objetiva. Você pode deixar a doutrina ao lado do esquematizado e tornar os estudos cada vez mais eficiente.

2- Direito Penal, Parte Geral, Esquematizado, de André Estefam e Victor Eduardo Rios Gonçalves

Essa unidade é essencial para o entrante que quer aprimorar os conhecimentos em toda a parte geral do Direito Penal. Assim como nos outros volumes, esse também é marcado pela linguagem dinâmica, em que os autores buscam o tempo todo conversar com o leitor e atrai-lo para os aprendizados.

A parte geral do Direito Penal costuma ser ensinada em pequenas etapas, todas ricas em conceitos específicos. Por isso, a estrutura é bastante segmentada, adaptada para o aluno seguir o cronograma dado pelo professor e entender cada vez mais a disciplina. Sempre que possível, tenha também uma doutrina para um acompanhamento mais aprofundado.

3- Direito Constitucional Esquematizado, de Pedro Lenza

O esquematizado de Constitucional é uma das obras mais importantes     que os entrantes da faculdade de Direito precisam ter na prateleira. Essa matéria é essencial para entender quais os princípios, normas, direitos e garantias fundamentais que são a base da nossa sociedade.

É a obra mais completa da Coleção Esquematizado que proporciona em linguagem simples, didática e objetiva, além de toda a matéria de Direito Constitucional, vários conceitos adicionais e necessários para a compreensão de todo o sistema brasileiro.

São 1627 páginas ricas em conteúdo, bibliografia, jurisprudência e doutrina. Tudo isso vai acompanhar o aluno desde o começo do curso até chegar sua vida profissional, em que o livro servirá como consulta rápida.

A estrutura é composta por textos, quadros esquemáticos, bibliografia, conteúdos onlines e palavras em destaque. No canto superior direito da página 207, por exemplo, há um QR Code. Logo abaixo, podemos ver o tema do capítulo: “Poder Constituinte”.

O primeiro tópico consiste em um quadro esquemático com as divisões do poder constituinte. Em seguida, começa o texto explicativo, dividido em tópicos. No canto inferior direito, a editora disponibiliza o link que contém o vídeo sobre o capítulo. Isso mostra a dinamicidade, a praticidade e a singularidade da obra.

4- Direito Processual Civil Esquematizado, de Marcus Vinicius Rios Gonçalves

Essa é uma das obras publicadas pelo mestre em Direito Civil, Juiz de Direito e professor, Marcus Vinicius Rios Gonçalves. O autor, em nota da edição, comenta que “foram acrescentadas, à nova edição, súmulas e decisões recentes, especialmente relacionadas a temas que vêm causando polêmica, como o relativo aos poderes de coerção do juiz no processo, de apreensão de passaporte ou carteira de motorista. Também foram incorporadas ao texto as novas regras instituídas pela Lei n.13.655/2018”.

O livro contém todo o conteúdo da esfera processual civil que vai auxiliar o estudante, o concurseiro e o profissional de Direito, tanto para estudar, quanto para fazer consultas rápidas e entender tudo na hora.

A obra trata de temas como as noções gerais da lei processual civil, os princípios e institutos fundamentais, a ação, a competência, os direitos de defesa, o processo, a jurisdição, os sujeitos do processo, os atos processuais, a tutela provisória, a formação, a suspensão e a extinção do processo, execução civil, dentre outros, desde a parte geral até o fim da fase processual. Esse livro será o principal aliado do leitor.

Direito Civil Esquematizado: quando devo adquirir cada um dos 3 volumes?

Direito Civil Esquematizado: quando devo adquirir cada um dos 3 volumes?

Direito Civil 1: parte geral – obrigações – contratos (Parte Geral)

O primeiro volume de Direito Civil esquematizado já pode fazer parte da prateleira de livros da pessoa que acabou de entrar na faculdade. Além de abordar conceitos do Direito Civil em si, as primeiras páginas mostram o conceito e a divisão do direito, que acompanhará o aluno pelo resto do curso. O livro inteiro tem cerca de 900 páginas, sendo que as 42 primeiras tratam dos seguintes assuntos:

  • conceito de direito;
  • distinção entre o direito e a moral;
  • direito positivo e direito natural;
  • direito objetivo e direito subjetivo;
  • direito público e direito privado;
  • a unificação do direito privado;
  • resumo do assunto abordado.

Posteriormente, os capítulos seguintes vão, gradativamente, ingressando nos ensinamentos da esfera civil. A estrutura desse volume é organizada para definir o conceito de Direito Civil, bem como seu histórico, estrutura, conteúdo, princípios, direito civil-constitucional e a eficácia horizontal dos direitos fundamentais.

Em busca de proporcionar o mais completo conteúdo esquematizado, o autor dedicou 47 páginas para explicar tudo sobre a LINDB, ou Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, bem como se empenhou em todos os outros temas que o aluno normalmente aprenderá nos dois primeiros anos de faculdade. É sempre bom relembrar a importância desses conteúdos iniciais, que servem como base para todo o curso.

Saiba alguns capítulos estudados em Direito Civil no primeiro ano de faculdade:

  • pessoas naturais;
  • pessoas jurídicas;
  • bens;
  • negócio jurídico;
  • atos jurídicos lícitos;
  • atos ilícitos;
  • prescrição e da decadência;
  • prova;
  • introdução, noções, modalidades, transmissão, adimplemento e inadimplemento das obrigações.

Direito Civil 2: contratos em espécie – direito das coisas

A partir do 3º ano (5º período da faculdade) o aluno, provavelmente, começará todo o aprendizado do segundo volume da coleção esquematizado. Ele trata de assuntos mais práticos e recorrentes no dia a dia das pessoas, como a compra e venda, que move o comércio do Brasil com os outros países.

Este tema, além de inaugurar o livro, serve de parâmetro para as outras espécies de contrato, como a troca ou permuta, contrato estimatório, doação, locação de coisas, comodato, mútuo, prestação de serviços, etc. Para a temática dos contratos, é usual que os professores dediquem um semestre inteiro para ensinar aos alunos, devido à quantidade e às peculiaridades de cada um.

Seguindo a metodologia, a segunda parte do livro é voltada para o direito das coisas, que representa o conjunto as normas reguladoras das relações jurídicas concernentes às coisas suscetíveis de apropriação pelo ser humano. As subdivisões desse tópico são separadas em: posse, propriedade e direitos reais.

Qual o melhor momento para explorar o volume 2 do Direito Civil Esquematizado? Ele será usado, provavelmente, quando o professor terminar de ensinar toda a matéria do volume 1, mas isso não significa que o aluno não possa tê-lo em mãos!

Direito Civil 3: responsabilidade civil – direito de família – direito das sucessões

Para finalizar os estudos em Direito Civil, o terceiro volume foi feito para fechar o curso com chave de ouro. Um dos temas mais importantes e que está muito presente nos noticiários é a responsabilidade civil, que dá início à obra.

Segundo o autor, “a palavra responsabilidade tem sua origem na raiz latina spondeo, pela qual se vinculava o devedor, solenemente, nos contratos verbais do direito romano (…) coloca-se, assim, o responsável na situação de quem, por ter violado determinada norma, vê-se exposto às consequências não desejadas decorrentes de sua conduta danosa, podendo ser compelido a restaurar o statu quo ante.”

Após ensinar esse tema, vem a segunda parte: o direito de família. Nesse tópico, o autor apresenta as noções de direito de família, os conteúdos, os princípios e desenvolve a metodologia doutrinária que conceitua temas como o casamento, a adoção, dos alimentos e variados assuntos de interesse geral.

Afinal, as relações familiares estão presentes nas nossas vidas desde o nosso nascimento. Por fim, o direito das sucessões finaliza o curso de direito civil.

Coleção Direito Esquematizado: tudo sobre a metodologia que facilita seus estudos

Coleção Direito Esquematizado: tudo sobre a metodologia que facilita seus estudos

Uma das principais necessidades de todo estudante do Direito — especialmente aquele que está em vias de prestar uma prova importante — é encontrar tempo hábil para revisar todo o material que será cobrado.

Seja para concursos públicos, a semana de provas na graduação ou até mesmo para o exame da OAB, é muito conteúdo para um cérebro só absorver.

Mas a boa notícia é que existe a Coleção Direito Esquematizado da Editora Saraiva, que foi pensada justamente para atender a essa necessidade do estudante em ter um material completo, mas em uma linguagem simplificada para facilitar os estudos.

O primeiro exemplar da coleção foi a edição de 1999 do livro Direito Constitucional Esquematizado, elaborada e idealizada pelo professor Pedro Lenza. O sucesso foi tanto que a obra é reeditada até os dias de hoje e deu origem a muitos outros títulos, que também estão sob a coordenação de Lenza.

Coleção Direito Esquematizado: recuse imitações!

Quando foi lançada, a metodologia Esquematizado® foi uma novidade no mercado editorial jurídico. Como fez muito sucesso e logo caiu nas graças dos estudantes, surgiram muitas obras genéricas e com formatos semelhantes. No entanto, a metodologia pensada por Lenza é diferente das outras porque só ela apresenta as 8 características abaixo:

1. Material esquematizado

O termo “esquematizado” quer dizer exatamente isso que você está pensando: toda a parte teórica é apresentada de forma direta, em parágrafos curtos e em vários itens e subitens. É como se todo o conteúdo estivesse realmente desenhado e organizado para o estudante conseguir fazer consultas mais rapidamente e absorver melhor os temas estudados.

Quando o primeiro Esquematizado® chegou às livrarias, essa estrutura não existia em nenhum livro jurídico, e por isso foi considerada revolucionária na época.

2. Conteúdo superatualizado

A coleção lança novas edições todos os anos e está sempre em consonância com as novas jurisprudências do Supremo Tribunal Federal (STF), de outros Tribunais superiores e seguindo sempre a linha e as tendências observadas em provas da OAB e concursos públicos.

3. Linguagem clara

A intenção de Pedro Lenza ao lançar a Coleção Direito Esquematizado era justamente oferecer aos alunos um produto diferenciado do que já existia no mercado. E fazer uso de uma linguagem mais simplificada, que vai direto ao ponto e expõe os temas como se estivesse “conversando” com o leitor foi a abordagem escolhida para destacar do restante.

4. Uso de palavras-chave

Um dos melhores amigos de todo estudante de Direito é o marca-texto. Inclusive, talvez seja mais fácil encontrar um concurseiro calmo na véspera da prova do que um exemplar de Vade Mecum sem um único trecho grifado.

Lenza e a Editora Saraiva observaram a recorrência dessa prática e identificaram nela uma excelente oportunidade para facilitar ainda mais os estudos de seus leitores: trazer trechos do livro destacados já na diagramação.

As partes com destaque nos livros, inclusive, foram pensadas para recair sobre aqueles que os leitores mais costumam grifar com marca-texto.

5. Formato escaneável

A forma na qual o livro foi escrito também se destaca muito de outras obras jurídicas. A intenção era disponibilizar um material de estudo que permitisse uma leitura mais dinâmica, por isso optou-se pelo uso de palavras-chave e por organizar as informações em itens e tópicos.

6. Recursos gráficos

Outro elemento inserido no projeto para facilitar e otimizar o tempo de estudo foram os recursos gráficos utilizados.

Já está cientificamente comprovado que imagens, gráficos e figuras ajudam na memorização e absorção do conteúdo que está sendo estudado. Por isso, os livros da Coleção Direito Esquematizado estão cheios deles.

7. Provas e concursos

Inserir exemplos de questões de provas ao final de cada capítulo foi outra inovação do Esquematizado® no mercado editorial jurídico.

Essa abordagem foi pensada como mais uma forma de facilitar os estudos, pois aumentam a percepção dos estudantes sobre a maneira com que determinado assunto poderá ser cobrado em provas importantes, como as da OAB e de concursos públicos.

8. Material online

Por fim, a Coleção Direito Esquematizado também disponibiliza o acesso para materiais complementares online para ajudar ainda mais nos estudos.

Para quem o Esquematizado® é indicado?

Inicialmente, pensava-se que as obras desta coleção seriam úteis somente para quem estivesse precisando de uma revisão confiável para provas importantes.

Com o tempo, porém, percebeu-se que qualquer um que precisasse ou quisesse absorver um determinado tema do Direito poderia se beneficiar de uma leitura mais simples — ainda que tão completa quanto qualquer outra.

Por isso, os livros com o selo Esquematizado® podem ser úteis para:

  • Estudantes de graduação, especialmente os que estão às vésperas das semanas de provas;
  • Concurseiros;
  • Candidatos inscritos para as provas da OAB;
  • Profissionais mais experientes, como forma de consulta rápida e imediata.

Trata-se, portanto, de uma coleção de obras praticamente universal dentro do Direito, mas voltadas especialmente para aqueles que precisam de um material de estudo prático e simplificado — e ao mesmo tempo completo e atualizado.

Esquematizados são para graduandos ou concurseiros?

Esquematizados são para graduandos ou concurseiros?

Os livros esquematizados podem ser uma boa alternativa não só para quem possui muita matéria para estudar, mas também para os que desejam utilizá-los de forma complementar ao estudo de livros didáticos “grossos”, que possuem todos os pormenores além da essência do conteúdo.

No entanto, será que eles são uma boa opção para concurseiros? Ou é melhor só graduandos os utilizarem?

Como os mapas mentais ajudam nos estudos?

Por mais que o ser humano queira, não é possível saber de tudo. Isso acontece pois o cérebro não consegue reter toda a informação ao qual ele é submetido dia após dia. Nesse sentido, ao ler um livro, entendemos e absorvemos a linha central da história, deixando de lado detalhes não tão significantes para o entendimento da obra. Ou seja, selecionamos, inconscientemente, a informação a ser retida.

Nos estudos, acontece a mesma coisa. Ainda mais quando a matéria a ser estudada é extensa, dificilmente alguém conseguirá reter todo o conteúdo. No entanto, assim como no caso da história do livro citado acima, é possível entender a matéria, de forma geral e detalhada até certo ponto, sem necessariamente absorver todos os seus pormenores.

É exatamente nessa linha de raciocínio que os mapas mentais se encaixam! Com o uso de poucas palavras, objetividade e cores, eles ajudam o estudante a fixar os pontos mais importantes da matéria. Dessa forma, é possível entender todo o conteúdo – a partir da fixação, primeiramente, do essencial. Ao revisar um mapa mental, a tendência é que o aluno, ao ler as palavras nele contidas, se recorde de outras informações mais detalhistas, complementares à matéria estudada.

Como produzir um bom mapa mental

Produzir um bom mapa mental é, sim, importante para tornar o seu estudo e a fixação do conteúdo mais eficiente, e há certos “modelos” que servem como uma boa base para que todo mundo consiga confeccionar o seu próprio. É importantíssimo ressaltar uma questão: a prioridade é adequar o estudo às próprias exigências.

Ou seja, seguir regras, nesse caso, não é válido caso um determinado modelo não seja eficiente para você. É necessário encontrar um método próprio que ajude a fixar o conteúdo. Assim, o estudo será muito mais eficiente do que seguir a recomendação de um “expert”. Tendo isso em vista, vale a pena prestar atenção a algumas dicas.

Dois fatores que são premissas é a necessidade de ser fácil desenhá-los e, consequentemente, revisar os mapas mentais. Eles devem ser mais rápidos de confeccionar do que estudos escritos de forma corrida. Além disso, ressalta-se que seja utilizado o menor número de palavras possível – sempre pensando no entendimento total da matéria -, e, principalmente, que os espaços em branco sejam trabalhados de maneira eficaz.

Graduandos e concurseiros: quais as demandas do estudo?

A vida de estudos de um graduando e de um concurseiro são bem diferentes entre si. Enquanto um está estudando de acordo com a linha cronológica sugerida pela faculdade, o outro praticamente gere os próprios estudos, tendo que dar conta de um extenso leque de conteúdo ao longo de um período de tempo imprevisível – dependendo esse, unicamente, da organização do concurseiro.

No entanto, os livros esquematizados, que se utilizam bastante de mapas mentais, podem servir para essas duas categorias de estudante. As diferenças na dinâmica de estudo não anulam a utilidade de obras desse tipo. Durante o curso da graduação, o aluno pode utilizá-los para complementar o estudo de, por exemplo, uma doutrina – no caso de estudantes de direito.

Prezando pela objetividade e um formato de fácil entendimento por parte de quem o lê, os livros esquematizados podem ser um forte aliado para os concurseiros. Tendo que estudar uma matéria muito mais extensa, que engloba os anos de graduação e até outros assuntos de fora, ter a mão um material de rápida consulta é recomendado.

Leia mais: Coleção Esquematizado: tudo sobre a metodologia que facilita seus estudos

Quais livros esquematizados são indicados para estudar?

Pensando no âmbito do Direito, as obras da coleção Esquematizado prezam pelo fácil entendimento de um determinado assunto, sendo, então, uma boa fonte de consulta e, principalmente, estudo. O formato, nesse caso, é o principal foco, pensando na facilidade que isso irá propiciar ao aluno.

Elas estão sempre sendo atualizadas, tendo uma nova edição lançada a cada ano. O conteúdo é produzido por profissionais renomados, tanto da área acadêmica quanto do setor forense. Dessa forma, a coleção é a união de um formato ideal para a rápida consulta e fácil entendimento dos pontos essenciais de um determinado assunto ao conteúdo atualizado e de qualidade.

Conheça as 4 principais vantagens dos Esquematizados

Conheça as 4 principais vantagens dos Esquematizados

Para quem possui muita matéria para estudar, os livros esquematizados acabam sendo ótimas opções, a fim de absorver o conteúdo necessário para realizar uma boa prova ou atividade em sala, por exemplo. Geralmente, tais obras focam no essencial, de modo a apresentar as informações em um formato que prioriza o entendimento e a objetividade.

Não se convenceu de que os livros esquematizados podem ser uma boa ideia? Continue lendo para ver algumas vantagens desse formato!

Os mapas mentais ajudam muito na fixação da matéria

Estudar apenas lendo, por mais que seja a forma mais comum entre os estudantes do ensino superior, não costuma ser a mais eficiente para absorver todo o conteúdo. A leitura cansa a vista, e, em algum momento durante o estudo, o cérebro não assimilará todas as informações como outrora. Nesse sentido, buscar métodos que não pesem ou cansem muito a mente é necessário.

Os mapas mentais, então, se mostram uma boa opção para quem deseja fixar o conteúdo de uma forma mais eficiente. Nesse caso, a leitura ainda é essencial, visto que são os livros os principais fornecedores de informações aos estudantes. No entanto, o propósito do mapa mental é, de certa forma, “resumir” o conteúdo em poucos termos interligados por setas – que, juntas, formam um mapa.

É como se todas as informações estivessem contidas nessas poucas palavras. Ao revisar o mapa mental construído acerca de uma determinada matéria, a tendência é que o aluno se recorde do seu conteúdo conforme analisa o mapa. Durante a sua construção, o estudante exercita o cérebro para realizar a seleção e consequente organização das palavras – algo que contribui, e muito, para a fixação do conteúdo.

Assim, além de entender toda a matéria e se sentir bem preparado para alguma prova ou concurso, ele ainda confecciona um ótimo material para revisão posterior.

Esquemas e mapas mentais são mais práticos e fáceis de serem revisados

Escrever, de forma geral, ajuda a fixar o conteúdo, por mais extenso que ele seja. Nesse sentido, há quem prefira confeccionar resumos das matérias, escritos em prosa e com o uso de poucas cores. É inegável que nesse método há, sim, alguma eficiência – pensando nos estudos -, no entanto, há alguns fatores que podem ser questionados.

Em termos de praticidade, os resumos pouco se destacam. Em uma eventual revisão da matéria, na noite anterior ou logo antes da prova, ler mais uma vez um extenso resumo pode ser cansativo. Nesse sentido, os mapas mentais são uma opção com mais potencial para relembrar o estudante da matéria toda, visto a facilidade de serem revisados.

Ressalta-se, no entanto, que resumos e esquemas discorridos são, sim, uma boa opção para os estudos. Aliando-os aos mapas mentais, a tendência é que os resultados nas provas sejam bem melhores do que estudar apenas lendo o livro ou confeccionando resumos sem cores e cansativos de ler.

Leia mais: Conheça as matérias do 1º ano da faculdade de Direito

Poucas palavras e muito mais entendimento do conteúdo

Livros didáticos “grossos”, como as doutrinas do Direito, são, de fato, bem completos em relação ao conteúdo sobre um determinado assunto. Nesse sentido, a eficiência do seu estudo pode ser baixa. Mesmo compenetrado e dedicado, dificilmente o aluno retém tamanha quantidade de informação – selecionando, de forma inconsciente, apenas parte do conteúdo para ser fixado.

Em determinadas situações, por exemplo uma prova da faculdade, é recomendado que a doutrina – no caso do âmbito jurídico -, seja, sim, estudada, mas, posteriormente, complementada com um novo estudo da matéria baseado em esquemas, de modo a ser facilmente absorvida pelo aluno. As poucas palavras podem levar a um entendimento melhor do conteúdo.

Esquematizado: a coleção facilita os seus estudos!

Pensando em todas as vantagens de livros esquematizados relatadas acima, para os estudantes de Direito, a coleção Esquematizado é composta por obras que prometem facilitar os estudos. Tendo toda a matéria essencial de diferentes áreas do Direito, seu conteúdo é subdividido em vários tópicos, sendo complementado com mapas mentais e outros elementos visuais que contribuem para o aprendizado do aluno.

Um fator de destaque da coleção é a escaneabilidade que o formato utilizado propicia para a matéria a ser estudada. Nesse sentido, a forma como os assuntos e temas relacionados ao Direito são apresentados importa – e muito. Ressalta-se, no entanto, que o conteúdo é totalmente contemplativo, contendo todas as informações necessárias para o pleno entendimento do assunto em questão.