6 dicas para você comprar o melhor Vade Mecum

6 dicas para você comprar o melhor Vade Mecum

Ao ingressarem no curso de Direito, muitas vezes os estudantes são incentivados logo de cara a comprar um Vade Mecum. Só que, muito embora a sugestão tenha vindo dos próprios professores, é comum sentir insegurança diante de tantas opções.

Mas uma coisa deve ficar clara: não existe o “melhor Vade Mecum”. Existem diferentes formatos que atendem a diferentes necessidades. Ou seja, o Vade Mecum que você precisa agora não será necessariamente o mesmo que um estudante de outro período da faculdade deverá comprar.

Muitos levam indicações de professores e colegas, mas também é preciso sempre ter em mente que indicações tendem a refletir as preferências daqueles que as sugerem. Além disso, há muito o que considerar: quanto você pode gastar agora? Para qual finalidade você utilizará seu Vade Mecum? Qual livro tem o melhor custo-benefício? Essas são apenas algumas perguntas que você deve se fazer antes de tomar uma decisão.

Mas não se preocupe. Separamos abaixo algumas dicas fundamentais que ajudarão você comprar o melhor Vade Mecum — sempre levando em conta o que você realmente precisa, é claro. Confira!

6 dicas para comprar o melhor Vade Mecum

 

1. Pergunte a si mesmo: qual a sua necessidade agora?

Como dissemos acima, não existe um Vade Mecum melhor do que o outro. Existem, sim, opções que atendem a diferentes anseios. Por isso, você deve se perguntar qual finalidade dará ao livro neste momento.

Por exemplo: o Vade Mecum tradicional é o maior — e mais completo — de todos. É uma excelente opção para usar em seus momentos de estudo ou durante o trabalho, quando precisar consultar alguma legislação específica.

Por outro lado, talvez não seja a melhor opção caso você precise transportá-lo para lá e para cá dentro da mochila. Para esses casos, o Vade Mecum compacto pode ser a melhor escolha.

Já para quem está estudando para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil, recomenda-se sempre levar à prova da 2ª fase o Vade Mecum OAB, o qual é permitido consultar.

Há outras opções, como os Vade Mecum temáticos — específicos para determinadas disciplinas da faculdade. E podem ser úteis caso você esteja em semana de provas ou com dificuldades para entender conceitos importantes.

Como você pode ver, o melhor Vade Mecum é aquele que melhor atende às suas necessidades. Por isso, antes de escolher o seu, compare e procure escolher marcas que oferecem diferentes formatos do livro. Assim, você terá a garantia de que seus objetivos estarão contemplados em sua escolha.

Leia mais: Em que momento devo comprar um Vade Mecum?

2. Leve o tamanho em consideração

Esta dica dialoga muito com a anterior.

Os Vade Mecuns podem ser encontrados em vários tamanhos e pesos. As versões variam de 1,4 kg até 2,3 kg. Assim, sempre levando em conta as suas necessidades, é importante acrescentar o quesito “conforto” à equação antes de levar seu exemplar para casa.

As edições tradicionais, por exemplo, por serem bastante completas, acabam sendo maiores e, portanto, mais pesadas. No entanto, oferecem conteúdo robusto e podem ser consultadas em todas as ocasiões. Já a versão compacta do Vade Mecum permite que seja transportada com mais facilidade e manuseadas mais rapidamente — ainda que não seja tão boa para consulta quanto a tradicional.

 

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3. Vá pelo melhor custo-benefício

Os Vade Mecuns são produtos planejados a partir de projetos gráficos, cujos critérios consistem em facilitar a sua pesquisa, auxiliar nos estudos e até quebrar um galho no trabalho da melhor forma possível.

No entanto, como muitas vezes precisamos do Vade Mecum em momentos que exigem consultas rápidas, comprar levando em conta somente o preço pode ser um erro — às vezes irreparável. Imagine o transtorno que seria não encontrar o que precisa no meio de uma prova? Nestes casos, o barato sempre sai caro.

Além do projeto gráfico e do conteúdo que o livro traz, outros pontos que influenciam nos preços são o tipo de capa, as características do papel utilizado na impressão, o tamanho da fonte e a forma com que o conteúdo está organizado: por fitas organizadoras e esquemas de cores, entre outras. Quanto mais recursos o Vade Mecum tiver, melhor ele cumprirá seu papel.

Assim, direcione sua escolha pelo custo-benefício do produto, e não somente pelo preço ou pelo tamanho.

 

4. Verifique se o Vade Mecum disponibiliza recursos online

As leis estão sujeitas a constantes modificações. Por isso, livros jurídicos precisam ser frequentemente atualizados para não perderem qualidade. Com o Vade Mecum não é diferente: a edição do ano passado pode já não estar tão completa quanto a deste ano, mesmo na versão tradicional e mais robusta do produto.

Assim, ter conteúdos online para consultar pode ser uma ótima mão na roda para estudantes e profissionais do Direito. Ao estarem disponibilizados em plataformas digitais, os conteúdos podem ser rapidamente atualizados e utilizados — até que a nova edição chegue às lojas, já com o novo ordenamento jurídico.

Mas é importante ficar atento à frequência com que ocorrem essas atualizações. Algumas marcas as fazem diariamente, ou logo que sai alguma mudança na lei. Outras, porém, demoram mais tempo para fazê-las, o que impacta diretamente no uso e proveito do conteúdo.

 

5. Não ignore o projeto gráfico do Vade Mecum

Acima, citamos que um dos fatores que impactam no valor e custo-benefício de um Vade Mecum é justamente o seu projeto gráfico. Ele é importante porque pode tanto facilitar quanto dificultar a vida de quem irá utilizar o livro. Por exemplo: se você adquiriu um Vade Mecum para consultá-lo durante uma prova, não é mais fácil — e mais rápido — buscar o que precisa pela cor em vez de decorar a página?

Para um Vade Mecum atender aos anseios de quem o compra, ele precisa apresentar determinados requisitos gráficos, como:

  • Conjunto de cores ou combinações que permitam distinguir os institutos presentes no livro;
  • Notas remissivas que criam vínculos entre as matérias tratadas nos mais diferentes documentos normativos;
  • Conjunto de indicadores e índices multifuncionais que remetam à matéria a ser consultada;
  • Dados no topo da página que facilitam a localização do que está sendo buscado, como número do artigo, nome da lei, data da promulgação, matéria regulada etc.

 

6. Cheque sempre a data de fechamento da edição

Esse é o item que requer mais atenção do usuário, pois pode interferir em diversos referenciais do produto. As datas de fechamento das edições variam de acordo com a marca e podem fazer toda a diferença, principalmente quando se está em dúvida sobre qual Vade Mecum comprar.

Por isso, não adianta ir só pelo ano que aparece na capa. Nem sempre a edição mais recente tem tudo o que você precisa.

O mais comum é que as editoras lancem duas edições de Vade Mecuns por ano, sempre no primeiro e no segundo semestres. Acontece que o fechamento da edição geralmente ocorre bem antes do início do semestre, justamente porque o livro precisa ir à gráfica e aos centros de distribuição antes de chegarem às lojas a tempo.

Checar a data de fechamento da edição ajuda a saber o que tem e o que está faltando no Vade Mecum escolhido. E não se esqueça de verificar também as atualizações que o livro contempla e se modificações jurídicas importantes e recentes estão contempladas. Normalmente, as datas de fechamento estão localizadas na página de crédito.

 

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